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Dias atrás, li um estudo sobre o perfil dos twitteiros que era no mínimo risível e não me venham com “você não pode falar que blá blá blá”… Desculpem me os bons, “estudiosos” ou pseudo celebs, mas eu prefiro seguir mil pessoas e ter dez me seguindo do que vice versa.

Seguir mil pessoas significa querer saber o que amigos, celebs e empresas estão falando, comprando ou vendendo. E interessa muito mais do que mil fakes, pornex, desconhecidos esdrúxulos me seguindo. O fato que é que bons seguidores são aqueles que merecem que você os siga.

Logo, levanto a mão: Unfollow é bom demais! Seguido de seguidores de menos. Sigo empresa e celebs sim. Só gosto que me sigam pessoas que eu esteja afim de seguir. Apago tweets que considero useless. Rt se vale a pena, sem me preocupar com a quantidade. Reply sem achar que é coisa de looser…

Resumindo, adoro o twitter, mas me irrita profundamente essa classificação numérica… Não dá pra dizer que sou assim ou assado baseado em número de followers, rts, e twittadas. Me so sorry but no donut for you!

Paulo Henrique Amorim, jornalista tupiniquim renomado, persona non grata para alguns por “espinafrar” o que é necessário sem botar panos quentes, ou deixar nomes por baixo dos panos. Chega dizendo que não acha seu portal colaborativo, o Conversa Afiada, radical… Não para ele que teve uma formação americanófila (tecnologia/linguagem/missão). Que quer ser como o Arianna Huffington!

Deixa claro que comunicadores não podem ter limitações tecnológicas, que sempre buscou estar na cabeça das novas tecnologias de jornalismo e diz: “Não posso estar no lugar errado e na tecnologia errada”. Acena favoravelmente ao fim do diploma, que chama de camisa de força. E diz que os jornalistas precisam estudar outros assuntos geografia, matemática, coisas de embasamento…

O importante mesmo é o sagrado direito de ter opinião. Com o Conversa Afiada pretende ser um instrumento de vozes, um tipo de Capitão Planeta da comunicação, o que na verdade valida o grande mote da internet, a comunicação cada vez mais horizontal. É um senhor expressionista, afável, engraçado, mordaz, perspicaz, tecnocrata, simpaticíssimo e jornalista, acima de tudo. Que como todos espera um modelo comercial que sustente efetivamente a internet! O novo ovo do velho Colombo.

Por fim, queria perguntar: Onde fica sua porta para eu bater? Me leva pro seu blog. Voluntariado mesmo! =) Depois disso ainda falou à plebe o magnífico, e eterno Avant Gard, Michel Lent. Que entre Kpis, diferenciação de inovação e internet, e afins atestou o que falta toda esta trupe febril parar para entender: “O futuro vai chegar mas ele ainda não chegou”. Obrigada mestres!

(Aula 5 – Ações inovadoras em comunicação digital/ESPM)

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