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Voltamos a falar de Leite Moça… A Nestlé teve o desempenho pífio de vir aqui em casa recolher o que tinha na despensa, repor na mesma quantia. Justo! E?

Exato. E nada! O leite condensado deixado na minha despensa era tão pífio quanto todos os outros e quando chego no supermercado descubro uma edição histórica das latas a venda.

Desde 1923 no mercado com latas lindas e sabor intenso. Desde 2009 no mercado com latas lindas e leite condensado ralo! Enfim, comprei o Glória

O que aconteceu na panela? Ao despejar uma lata de cada: O Glória é o novo Moça e o Moça é o velho Glória! Cor, cheiro, consistência e sabor. Salvem suas sobremesas!

Nota: Odeio a vida moderna, a tradição já foi algo mais importante…

Até mesmo no Brasil, onde as bundas sempre imperaram, hoje vivemos a ditadura dos peitos! Todo mundo quer pump it up. E isso gera a saga do sutiã… Porque TODAS as marcas de lingeries colocam enchimento em 90% de seus modelos. E os que restam são feitos apenas para pessoas em estado vegetativo.

O que nos leva a crer que, se os implantes de silicone apresentam apenas números crescentes, quem põe peito não deve usar sutiã. Mas e quem tem peito? Já veio de fábrica… Faz o que? Estamos fadadas a usar modelos esportivos ou de vó? Ficamos resumidas a calcinhas lindas sem par?

Como consumidoras assíduas de roupas íntimas modernas, sedutoras e bacanas. Corpo e Arte, Jogê, Thais Gusmao, Fruit de la Passion, Verve e todos mais que fazem da lingerie uma arte que queremos usar todos os dias. Queremos e merecemos comprar os sutiãs de parzinho! Sugestão? Modelo com enchimento e uma versão para peitos robustos…

Dos produtos disponíveis na prateleira do supermercado mais próximo de você, sempre esteve lá aquela lata de leite moça, da Nestle. O leite condensado faz parte do imaginário popular brasileiro e de diversas iguarias da nossa “cozinha de rotina”.

Outras constantes sobre o produto: a diferença de preço, o sabor e a consistência (vulgo, qualidade). Logo, você pagava mais caro, mas tinha uma lata de Moça em mãos e sua sobremesa já estaria dez passos mais promissora.

Primeiro ato falho, que desesperou as donas de casa do Brasil, foi a mudança da lata. O clássico cilindro foi trocado por um modelo abaulado. Horrível de raspar, esperar escorrer, deixar as criaças passarem o dedo, seja lá quel for a sua técnica.

Uma idéia tão ruim que nenhum concorrente quis copiar. Na sequência lançaram um “squeeze” para os que bradaram por aproveitamento total. Não fez sucesso…

É triste anunciar que, agora, o leite moça está igual aos seus inferiores, ainda que mais caro. Tão insosso e inconsistente que passou a estragar sobremesas ao invés de ser aquele toque especial de outrora.

Desgosto visual, gustativo e financeiro. Hora de escolher outro leite condensado… Uma pena.

Comprar é uma atividade exaustiva, por mais fútil que isso pareça é fato. Sair de casa, andar entre uma maré de pessoas, procurar por alguma coisa específica e classificar de acordo com a função, marca, preço, modelo, tamanho e cor desejados, estabelecer diálogos com vendedores. Andar, carregar, entrar, sair, enfim… Cansou só de pensar?

Essa experiência fica muito pior quando chega um convite de casamento, formatura ou Oscar. Procurar trajes de gala femininos é uma verdadeira saga! Todas as vendedoras do planeta insitem em empurrar alguma cortina cheia de bagulhos pregados que te deixam parecida com aqueles botijões de gás com roupinha.

O ateliê da Maria Garcia, marca dissidente da Huis Clos, de conhecida excelência por modelos clássicos, tecidos inovadores, roupas de caimento perfeito, acabamento de cair o queixo e afins, tem também o melhor atendimento via telefone de todos os tempos, melhor que muito atendimento in loco por aí.

Porque muitas vezes entrar em contato com lojas do escalão da Maria Garcia não significa exatamente ser bem tratado, ou bem atendido. A excelência deles se estende ao atendimento por telefone. Anotaram as medidas, mandaram o modelo escolhido no número exato, esclareceram a possibilidade de troca, indicaram outros modelos na linha que o cliente procurou, facilitaram a compra em todos os aspectos.

Tudo começou com um anúncio de revista. Um número de telefone. Por fim, Ganharam clientes! Transformaram a experiência da compra em algo delicioso e agradável. Mesmo à distância. Parabéns e obrigada.

Comprar a entrada do show do AC/DC não foi uma tarefa das mais fáceis. Obviamente, quilos de fãs estavam ansiosos pela mesma coisa: um convite e isso já era informação suficiente para saber que fila, fosse presencial, eletrônica ou virtual era o mínimo plausível.

Contudo, não é a primeira experência ruim com o combo Ticketmaster e Time for fun no Brasil. A cada show que passa são sempre as mesmas reclamações: sites fora do ar, ligações que caem, pontos de venda que não aceitam cartão e afins. Não é mesmo possível solucionar estes problemas?

No show da Madonna, o site vendeu ingressos megavips que nunca chegaram… Tudo “esgotou” segundo os responsáveis e nos dias de show era possível encontrar um Morumbi meiado… E entradas a preço de banana. Para o AC/DC encarar a fila presencial de algumas horas só garantiu as entradas para as arquibancadas laranjadas, mas pelo menos os ingressos pagos estão na mão.

A pior parte foi depois de todo o rebuliço, da declaração oficial de entradas esgotadas, de cada um se conformar com a arquibancada que conseguiu, os reponsáveis anunciarem que um novo lote de entradas é pleiteado junto aos patrocinadores… Será que no dia os vips voltam a reaparecer?

O site da ticketmaster continua dando pane e quem quer comprar entrada para outros eventos também sai prejudicado, a T4F que brada ser a maior empresa de entretenimento da America do Sul não tem serviço de atendimento ao consumidor. A experiência torna se menos agradável ainda quando você lembra que está comprando a entrada de um espetáculo, cuja função inicial era divertir…

#ticketmaster #timeforfun

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