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They walked on line all along. Between polite smiles and bad behavior toughts. And talked about everything they could cacth up on their horizon, once they could not talk about feellings.

But all farewells are painful. And in their eyes you could see that they just did not needed to say nothing. They got it, but it was hurting as hell the creepy loser feeling of it.

When they were face to face he whispered: -And then? They breath heavyly. She holds him cheek to cheek. Should be the moment of their first kiss, things cant forward… But it did not happen. Long sights even with no lungs enought to breath it.

How they got there? Well, its another story. Everything little part of it since the begginning could be an Allen/Coppola kind of movie. Big city history style, low and high lights, lots of peoples running loud and both flowing inside a time gap.

Era dos sorrisos que Clara gostava, sempre soube. Ainda que os dentes não lhe despertassem paixões… O modo como as bocas curvavam, as pequenas tortuosidades que diferenciam umas das outras. Pequenos traços para entender grandes coisas. Ela não sabia dizer se deveria ou não associar este gosto por sorrisos a seu hábito de preferir ficar calada…

Sempre resmungava, mas não dizia nada. Nada. Era tão normal que algumas vezes achava ter dito algo, mas nunca disse. Difícil para os amigos… Mais difícil ainda para ela. Pois acostumou se a não falar, empregara tanta rispidez consigo mesma neste processo, que não conseguia falar quando precisava… Nem para pedir socorro.

Era o nariz. Que desde pequeno lhe pesava na cara. Que custou as vergonhas da infância, trouxe verdades na adolescência, gerou medos na sua migração, mas agora, na vida quase adulta, refletia ela.

Ele jamais entenderia, sequer poderia admirá-lo, contudo era capaz de exprimir uma ínfima gratidão sobre essa parte de si que sempre o indignara. Porque ela, ah! Ela. E ela gostava era do nariz.

Nariz adunco, grande, pontudo e pendurado. Sempre chamou mais atenção do que o sorriso mesmo.

Todas as juras de amor que fez queria jogar fora. Mandar embora do papel e da memória. Queria saber que não disse uma só injúria melosa que é hoje dolosa fúria.Queria ter usado só sorrisos. Sorrisos pra memória, cujos registros o tempo danifica e leva embora (dos mais afortunados).

Assim seria só saudade do que talvez não tivesse sido. Seria o relato imaginário-bucólico- lendário. Sem o tormento das palavras, infinitas, malditas, fortuitas de um afã leviano! Queria que o amor não fosse planta de jardim, nem palavra ou fita de cetim. E que o fim fosse o ponto final real e não apenas um sinal.

- Tragam o convidado! Ouviu alguém ordenar e entrou, meio perdido, meio curioso. Achou todos muito afáveis com seus abraços e sorrisos. Esparramou se conforme o combinado. Não notou em nenhum momento os perigos que o cercavam, os olhares por tras dos olhares seco-embriagantes.

Estava feliz, tão extasiado que não notou o primeiro golpe. Quando começou a sentir dor seus olhos cheios d’agua viram o sangue escorrendo pelo chão. Não era o dele, mas sentiu o estômago contorcer, com o sentimento de traição… Estilhaçou sua alma em mil pedaços. Ofereceu se para não levantar a espada… Em honra ao inimigo desonrado.

Haveria uma escolha?

Antes do desassossego de estar rastejando, ainda que momentaneamente, por alguém que lhe queria duvidosamente. Viveu o sossego. A simplicidade de ser sozinho. A dificuldade de estar sozinho. A felicidade de ser ele mesmo. Uma paz perturbada apenas por seus fantasmas…

As cervejas prazerosas de outrora, as vezes passavam a embolar em sua garganta, eram suas cicatrizes que lhe pulsavam. Seriam as lembranças infindas? Nada, nem ninguém, seria capaz de ao menos borrar essas assombrações? Não queria esquecer nada, pois sofrimento gera conhecimento, mas também estava cansado de lembrar.

Apaixonado voltou a rastejar como um idiota. Maquiavélico sofria de estratagemas para não perder se novamente rumo ao fundo do poço. Coletou conselhos, colecionou tampinhas e jogou os dados! Estava mais uma vez no jogo do amor, mas desta vez tinha mapa, bússola e memória. Talvez memória demais…

Porque as pessoas eram incapazes de lhe dizer verdades… E capazes de lhe empurrar mentiras? Repensou seu comportamento ao longo da vida. Sorriu sentindo se integra com suas crenças, com suas mudanças, com sua capacidade de reconhecer os próprios erros em auto análise. Até mesmo com sua problemática com as pessoas… Ainda em silêncio abriu o livro para desanuviar em prol de dormir, duas coisas nas quais nunca fora boa… Clara era mesmo uma garratuja reta…

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