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Mimimi eueueu mimimi eueueu…

Mimimi #desacocheiodastagsdessavida#.

Mimimizou eueueuzou por ai enquanto pôde.

Porque um dia, simplesmente não pôde mais!

Azar. Você sai de casa, tropeça, alguém te xinga, a fila do banco tá enorme, a atendente fala que seu caso não será solucionado, na saida um cara fica de olho gordo na sua bolsa, tá um sol de matar, a grana não dá pra água… Quando o dia acaba parece que foram cem anos.

Sorte. Você sai de casa, tropeça e sorri, alguém te elogia, a fila do banco tá enorme e rápida, uma amiga faz companhia e põe a conversa em dia, na saída um cara devolve a moeda que caiu, tá um dia agradável, o café tem um preço honesto… Quando o dia acaba parece que foram cinco minutos.

E cinco minutos fazem os cem anos  valerem a pena.

Reading about resources, life mobility and living eco spaces, the phrase “Put your life on a diet” jumped out in front his eyes. It was all about other things, he couldn’t look it all up cos his mind started to flow alone in his own existencial ways of living.

What in his life should be on diet? He would like to put his family, girlfriend, friends, hungry, bad luck, health, lies. The biggest question wasn’t what should be on, but what’s left?!

Put Your Life on a Diet: Lessons Learned Living in 140 Square Feet  * Gregory Paul Johnson

Dreaming to be. Living the long long wait. Pacience means future. No matter where you’ll stay. This stupid routine shall be educative. Bet smiles and tears.

Dreaming to do. Living to be. Pacience cross the bounds. Future is nothing if you never start now. Raise your hands to the top. Bet smiles and tears.

Acha tanto que o homem é uma ilha, que criou um perfil no twitter com 140 caracteres. Assim, ninguém consegue enviar replys para ele. Alone.

Melhor seria falar só o mínimo, porque palavras demais afogam. Melhor seria caso quietar não fosse tão dolorido. Melhor seria se tudo que você dissesse fosse ouvido.

As vezes não queremos dizer nada. Por outras queremos dizer muito. As vezes dizer muito é estar calado. Em outras por suas próprias palavras ser atropelado.

Palavras são tiros soltos ao léu, que iluminam e ricocheteiam o vazio borbulhante do céu de pensamentos.

A decepção é construída de silêncios espaçosos. Vãos abertos na alma que não cicatriza… Uma espera, a esperança, que se cansa e aos poucos vira lembrança. Sangue escorrido por cortes muy finos, coisa de esvair se dolorosa, contínua e lentamente.

O peso esmagador do nada. De saber se nada. De sentir se nada. Do oco que assola o corpo que contrai dolorosamente. O peso das mil bigornas invisíveis… O desespero de realizar a necessidade de viver sem o que, de fato, nunca se teve. Comparável a saudade de um sorriso sacana que nunca lhe pertenceu.

A angústia de desgostar de algo que se gosta tanto. A sofreguidão de não ter explicações plausíveis para justificar a perda… Toda a epopéia transformada em cinzas. A ausência barulhenta que é a falta dos resmungos e traduz se num vazio imensurável cuja dor é dilascerante.

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