She wishes to jump in his arms and they fall on a soft and warm coach to drink some tea and let time pass to bring up new stuff. To hear his breathe and recognize there someone who can understand her.

To take him in her arms and show him all the happyness only blue can bring. To let down all the sorrow and pain and fullfill this love with all the glory it deserves far away from the steps where it begun.

It should not be this way, this speedy highway, where a simple love got crappy and creepy in a blink… It could not be this way were they got it all and then *poft*.

Todos morremos algumas vezes na vida. Morremos aos poucos por coisas pequenas. Morremos aos sustos por coisas importantes.

Existem coisas  que com o tempo nos damos conta que não valem o sofrimento. Vamos aprendendo e reorganizando sentimentos.

Nem por isso não morremos mais. Vamos sangrando de várias maneiras… Descobrimos que algumas são insuperáveis. E o tempo avisa com antecedência que não vai levar embora…

Cicatrizes para mais de uma existência. Mortes que não cabem em palavras. Nem dentro de nós mesmos.

A vida pode estar muito conturbada. Cheia de vazios por promessas quebradas. Abarrotada de trampos confusos e infindos. Até mesmo com novidades inesperadas. E tudo voa no ínfimo segundo de um abraço, mesmo que invisível.

Porque chama se não tem conversa? Porque estende a mão se não vem cafuné? Porque fica indo e vindo, perambulando?

Abana a mão e espanta o cachorro, não mantenha falsas esperanças no olhar de um cão perdido. Cães são mais honestos que as pessoas…

Carinho não precisa de hipocrisia. Só vale o que vem do fundo do coração. O que você atira ao vento apenas semeia mágoa e decepção.

E os bichos não te fazem falsas promessas pra você precisar iludi-los.

Queria ser mais divisível… Poder passar a mão no telefone e pedir ajuda. Admitir que estava cansado de abraçar a privada sozinho. Falar em voz alta que não dava mais. Chorar em abraços que seriam bem vindos… Admitir as dores. Sabia que viriam se ligasse, mas não acreditava nisso.

Não era orgulho, não sabe o que era… Contudo reconhecia em si essa impossibilidade de dividir “preocupações”. Sofria mais com isso sem achar uma escolha viável essas palhaçadas de externar sentimentos. Esbanjava seus melhores sorrisos e um bom humor constrangedor.

Assim evitava a fadiga de maiores questionamentos. Precisava ser uno, dar conta do recado, se virar nos trinta com sua própria existência. Não tinha que ocupar ninguém com isso. As pessoas só podem se preocupar com o que é sério… E nunca encontrou coisas sérias o suficientes para dividir…

Ela tem filhos imaginários. Ele quer cuidar da própria vida…

Ambos de mãos dadas.

Ela quer chá, sofá e livros. Ele abraça uma tv de muitas polegadas.

Ambos perdidos na calçada.

Que desespero não ter ela aqui para segurar a minha mão. Tantas promessas e olhares jogados pela janela… Me enganou, usou, envenenou e deixou jogado no chão. Sofrendo de todas as cólicas dos desamados.

Tanta dor pelo simples fato de ter desistido de mim. Sem uma hesitação. Sem um gesto de carinho pelas efêmeras felicidades que fomos. Porque não importa as tristezas dos fins todas as coisas foram felicidades enquanto duraram.

Corroído em mágoas e orgulho ferido. Pela primeira vez não acendi um cigarro, nem apelei para um trago. Estou tomando tudo a seco. As vezes volta, mas a priori tudo desce goela a baixo sem entorpecentes.

Talvez a dor mais sincera da minha vida. Não sei quanto vai durar. Não sei por quanto tempo ainda acredito nesse amor dela. Que diz existir e que abdicou de mim num piscar de olhos.

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